sábado, 25 de agosto de 2007

uniões

não são necessários papéis celebrar o óbvio. vamos viver juntos pelo resto da vida. cada vírgula, alínea e número será bobagem. vou é comprar sofá, ver a cortina e pensar no ponto da tv a cabo, que é o mesmo da internet banda larga. adoro o ruidoso barulho do plástico que embala edredons e lençóis novos. já acordamos várias vezes juntos, mas quando a cama é nossa, o sono é diferente e o acordar absoluto. gás, telefone, água e condomínio; tudo é adultamente seu. apavora e liberta.

perdão aos amigos por pegar emprestado o momento. mas é que a felicidade do começo me contagiou.

minha filha mais nova já está na transição do berço para cama. o mais velho já escreve o nome e pede para botar a camisa do mengão. estes novos passageiros eternizam em mim a doce sensação de que terei a mesma companhia pelo resto do caminho.

boa sorte e felicidades.

parabéns !!!!!!!

Um comentário:

Barão da Taquara, exilado disse...

pô, cara, vc tirou, ainda que momentaneamente, qualquer sinal de ranzinzice que me habitava. fiquei emocionado! sério! valeu mesmo